
Nessa religião chamada Clube Atlético Mineiro não há rico ou pobre, médico ou gari. O que importa é o Galo e mais nada.
Nesses últimos 107 anos a paixão se manteve a mesma, pois atleticano não se cria, se nasce. Nenhum sentimento se compara a este.
Depois que um "Meteoro" chamado Ronaldinho Gaúcho atingiu a Cidade do Galo nada foi o mesmo, recuperamos o que havíamos perdido: a gana pela vitória. Nesses últimos anos incorporamos a raça alvinegra e alçamos vôos jamais pensados. Somos hoje temidos e nossos rivais treme quando jogam conosco. Preferimos ter orgulho do que vivermos cheios de vaidade.
Nesse dia do Réveillon alvinegro podemos dizer que o ano atleticano começou. Começa hoje o ano 107, pois nada antes disso importa a qualquer atleticano.
Pobre da palavra Amor que se apequena diante do sentimento atleticano com o Clube Atlético Mineiro.
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